"Algum preço a gente tem de pagar quando resolve fingir que a vida já voltou ao normal".
Não consigo pensar em um motivo sequer do porquê de eu estar aqui, mas eu consigo pensar em uns mil motivos para desistir.Chega um momento que é mais do que um jogo e aí ou você dá um passo pra frente, ou dá as costas e vai embora. Eu poderia desistir, mas aí é que tá: eu adoro a arena do jogo.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Só pela necessidade de ser registrado.
Alguém já se perguntou a quanta distância e por quanto tempo resiste uma amizade?
Hoje, em um dia 13
E de um dia, que foi completo graças às pequenas coisas, detalhes não devem ser omitidos. E, também, como já foi dito hoje, comecemos pelo início.
Telefone que toca, Miguel que atende.
Corre, corre, corre, peguei ele.Não sem antes ele dizer à Nati que ela não devia nunca mais tomar banho.(comentário interessante vindo de um menino de 4a que sonha ser peixe).
Horário combinado. Telefone desligado e as desculpas de um menininho com o seguinte argumento:
Ok. Sobrinho perdoado.
Te revi, precisas mesmo de óculos, amiga.
Recebi aquele abraço gostoso que só tu sabes dar. Conversamos, por tópicos, (Família, amigos, coração), tantos eram os assuntos para o escasso tempo. Nessa parte é que me sinto feliz. Mais uma vez a certeza de que sei escolher minhas amizades. A certeza de que meu coração sempre esteve certo em amar e confiar em ti como uma irmã. Essas horas passaram tão rapidamente, e foram tão deliciosas.
Quando entrei no ônibus e dei-me conta de que não tiramos uma foto sequer, uma leve tristeza tomou conta de mim, porém, dissipou-se ao recordar-me de que não possuímos uma única foto juntas. Afinal, um papel não mudaria em nada o que claramente temos escrito a ferro em brasa em nossos corações.
Eu te amo, minha amiga-irmã Natalia Marchet De Antoni.
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